Os melhores smartphones do ano

Ninguém pode se queixar de 2013 em termos de smartphones: o ano que acaba viu uma das melhores safras de celulares espertos. Com uma vantagem — um deles, o Moto G, não só é esperto como barato, o que sinaliza custos mais acessíveis de modo geral para a tecnologia no futuro. Afinal, se a Motorola consegue fazer um BBB (bom bonito e barato) desses, por que a Samsung ou a LG ou a Sony ou a Nokia não conseguiriam? Ou mesmo a Apple? Como o Natal ainda não chegou e ainda há alguns Papais Noéis indecisos por aí, resolvi fazer um apanhado dos que achei mais interessantes. Vai que…

Nokia Lumia 1020: Se eu tivesse que indicar o aparelho do ano, o melhor dos melhores, o mais inovador como design, sistema operacional e desempenho, apontaria o Nokia Lumia 1020. Como não é segredo para ninguém que acompanha esta coluna, o 1020 é o aparelho de que mais gostei não só em 2013, mas em muito, muito tempo. Ele junta o design e o hardware  matadores da Nokia com o Windows Phone 8, aquele que é, na minha opinião, o mais avançado dos sistemas para smartphones. Sua tecnologia de imagem é particularmente impressionante e eficiente. Ele foi a única câmera que levei — com certa apreensão — na minha última viagem, mas confesso que, em nenhum momento, senti falta das compactas, até porque a do Lumia 1020 tem controles manuais (sim, de verdade!) e flash Xenon. O aparelho funciona ainda melhor com um grip opcional vendido pela Nokia que lhe dá mais tempo de bateria, uma ótima pegada como câmera e um excelente disparador.

Motorola Moto G: O Moto G, que mencionei no primeiro parágrafo, foi o aparelho que mais me impressionou em 2013 no quesito custo x benefício. Ele é um aparelho barato (configurações a partir de R$ 650, e R$ 750 para dual sim) mas muito, muito bom para o preço, apresentando algumas características que, antes, só se encontravam em topos de linha, como o processador rápido e a tela de 1280 x 720 pixels. O Moto G não é só bom, bonito e barato; ele também é bem acabado e divertido, já que a capa traseira pode ser trocada por capinhas de outras cores com a maior facilidade. Fofo! O Moto G é, como os demais Motorolas, um Android. No momento roda o 4.3 (Jelly Bean), mas tem update garantido para 4.4 (KitKat) já agora em janeiro.

Samsung Galaxy S4: Apesar de ter sido lançado no começo do ano, o S4 continua sendo um dos melhores Androids da praça. Além de ter todas as qualidades dos bons Androids, é cheio de truques que só ele faz, como rolar telas a um simples olhar do usuário, ou dispensar o toque na tela por um “quase toque”. Parece mágica! É leve e fino, tem uma câmera nota dez, bateria removível e slot para expansão de memória, dois elementos que andam em falta no mundo rarefeito dos smartphones de ponta.

Sony Xperia Z1: A Sony, que voltou ao mercado com força total, faz atualmente um dos smartphones mais competentes do mundo, o Xperia Z1 — uma placa fina e elegantíssima de vidro preto e alumínio que, apesar da espessura, traz uma câmera de 20 Megapixels e muita tecnologia embutidas. Como se não bastasse, o aparelho é à prova d’água. Quando estive no Shopping JK em São Paulo, há algumas semanas, ele estava sendo exibido por mergulhadores dentro de um aquário. Moral: é ideal para usar no banho ou na piscina! Já na praia, a menos que você seja uma criatura extraordinariamente desapegada dos seus bens materiais, ninguém recomenda…

Apple iPhone 5S: O 5S também faz parte da lista, é claro. É o iPhone mais cheio de novidades dos últimos tempos, é muito rápido, tem uma câmera excelente e não precisa de senha, já que lê a digital do usuário. E é um iPhone, o que significa que será um best-seller, independentemente de qualquer outra consideração.

 

(O Globo, Economia, 21.12.2013)

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4 respostas em “Os melhores smartphones do ano

  1. até que enfim, uma lista de melhores em que se pode confiar. 🙂
    não, não vou comprar nenhum deles, muito menos e ainda mais por ser Natal.
    mas gosto muito de saber como vai o mundo além das fronteiras de minhas necessidades.
    e um texto seu é sempre bom de se ler.
    aliás, Cora, no dia em que você se arriscar a escrever bulas, ficarão muito atraentes.
    beijos!

    • Não conte comigo pra isso, Claudinho! O princípio básico das bulas não é explicar ao paciente como se usa o remédio, mas livrar a cara do fabricante…

      • hummm…. bem que desconfiei disso. 🙂 bom, foi assim que o mundo das bulas perdeu a chance de um upgrade fantástico. 🙂 mas, se houvesse aceitado, eu estaria perdido, pois há tempos não enxergo aquelas letrinhas, nem de lupa. 🙂 outro beijo.

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