Mais lenha na fogueira

Uma frase da dra. Preci Grohman no texto que publiquei hoje está causando confusão:

“Pesquisas já são feitas com voluntários, podem ser feitas em criminosos que desejem reduzir suas penas ou ainda em culturas de células humanas.”

O que ela propõe, obviamente, é que prisioneiros que eventualmente queiram reduzir suas penas possam se apresentar como voluntários para testes farmacêuticos.

Não é proposta pouco polêmica, é claro, mesmo quando se consegue entendê-la — coisa que parece fora do alcance da maioria dos que estão invocando o Terceiro Reich e o dr. Mengele.

Se achamos que pessoas livres podem se apresentar como voluntárias para testes, em troca de vantagens financeiras, bom karma ou o que quer que as motive (e eu acho que podem), não é justo deixar de estender o “benefício” (na falta de melhor palavra) para as pessoas que estão presas, não?

Mas…

Grande MAS…

Imensa conjunção adversativa.

Para começo de conversa, há criminosos e criminosos. Há testes e testes. E, last but not least, há sistemas judiciais e sistemas judiciais. Não é difícil imaginar o grau de risco que isso poderia representar no Brasil, sob todos os aspectos.

De modo que, em tese — mas muito em tese mesmo, ainda preciso pensar mais sobre isso — sou contra a permuta de testes farmacêuticos ou cosméticos por reduções de pena. Acho que se a sociedade optou por determinada pena para determinado crime, essa pena deve ser cumprida integralmente, ou amanhã teremos um Marcos Valério da vida saindo da prisão em troca de um teste de dentifrício. Ou alguém tem dúvidas de que, aqui, a questão seria inteiramente desvirtuada?

Enfim, como tudo o que diz respeito a esse assunto: mais polêmica.

E isso é bom, porque questões tão delicadas devem, mesmo, ser bem discutidas.

(Fiz um comentário muito radical e impensado no texto de um sujeito que me chamou de fascista e ainda jogou Hitler na parada. Disse que era contra, tout court, a redução de penas em troca de testes; disse besteira. Fui motivada pela raiva, que não é boa conselheira. Mas é que, de onde eu venho, chamar os outros de fascistas e dar a entender que estão defendendo teses nazistas é uma ofensa realmente grave.)

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50 respostas em “Mais lenha na fogueira

  1. Tem pessoas que pensam e sentem. Pensam e sentem de verdade e Cora é assim e adoro lê-la, com sua alquimia admirável de lucidez e delicadeza, humor e sabedoria, leveza e sentimento. Já aqueles que a criticam neste caso dos beagles e cobaias são pessoas de idéias prontas, que repetem um ramerrão automático e maniqueísta e que separam o pensar do sentir. Sinto, logo existo, escreveu Senghor. E outra coisa: ciência é coisa boa e ciência erra – o erro faz parte; cientistas não são seres superiores, são humanos, donde podem ser cruéis, mesquinhos; deixemos essa atitude de reverência religiosa ao cientificismo e ponderemos melhor.Um abraço Cora.
    Selene, Niterói

  2. Nada do que é humano me é estranho mesmo. A Cora Rónai defendendo Francis Galton era tudo que NÃO faltava mais.

  3. Cora, releve quem a chamou de fascista “e ainda jogou Hitler na parada”, pois trata-se da falácia lógica de “reductio ad Hitlerum”, ou seja, em qualquer discussão na internet, o seu adversário vai ser comparado a Hitler em algum momento.
    Só para lembrar, pelo menos no caso de Alexander Fleming e penicilina, cobaias coelhos “incompetentes” mais confundiram do que ajudaram.
    Grande abraço
    Fernando
    Copacabana

  4. Sim, existem inúmeros trabalhos científicos absolutamente irrelevantes ou inúteis. Para isso, a própria comunidade científica criou o prêmio igNobel.

    Também é inquestionável a inutilidade e sofrimento dos animais de laboratório em testes injustificáveis, que devem ser abolidos.

    Mas é impossível desenvolver novos medicamentos, novas técnicas cirúrgicas e inúmeros outros avanços científicos que desfrutamos cotidianamente sem a utilização de animais de laboratório.

    Um transplante de coração, por vários séculos considerado algo impossível, é hoje trivial graças ao sacrifício de alguns cães, até que a técnica fosse considerada segura e satisfatória para pacientes humanos. Cada vez que empolgadamente lemos sobre um promissor novo medicamento, para o Alzheimer ou Obesidade, este se tornou ‘promissor’ após ter mostrado sua regular eficácia em animais de laboratório. Quem tem a desventura de ser picado por animal peçonhento (cobras, escorpiões, aranhas e lagartas) é salvo pelo soro produzido em cavalos mantidos para este fim. E assim por diante.

    Em suma: cada medicamento ‘última geração’ que hoje utilizamos trivialmente (conte o número de medicamentos habituais que fazem parte do seu cotidiano; a média informal que tenho observado é de cinco a dez medicamentos regulares), cada vida que foi salva por fármacos, soros, vacinas, ou cirurgia, tudo isso desfrutamos graças às pesquisas laboratoriais responsáveis, que produziram resultados práticos e irrefutáveis.

    Encontrei nas Internets um joguinho pessoal bastante simples (e revelador): com que idade — historicamente — você teria morrido [não fossem os avanços da Medicina e da Tecnologia modernos]?*

    Como ironizou Petra Kelly, a fundadora do Die Grünen alemão (um dos primeiros ‘Partidos Verdes’): “todos sonham a voltar para o campo e uma vida mais simples, mas querem ir de carro”

    x-x-x-x-x
    *obs.: neste joguinho, evidentemente, só levamos em conta as atribulações de saúde que experimentamos durante nossa vida, do quê você se safou com vida. Não são levadas em conta as doenças que deixamos de ter (e nos teriam matado), graças às vacinas, ou noções de higiene e assepsia…

    • Para não nos esquecermos: as rações industriais e os medicamentos que devotadamente dão aos seus animais-de-estimação foram também… exaustivamente testados em animais-de-laboratório; neste caso então, exatamente do mesmo Gênero & Espécie (e, em alguns casos específicos, mesma raça, pois existem particularidades próprias das diversas raças domésticas), antes de chegarem às prateleiras

      Q.E.D.

        • a rigor, alimentação ‘natural’ para felinos seria um cardápio composto por: camundongos, ratos, pombos, passarinhos e insetos — vivos, é claro — além de uma graminha eventual, para problemas digestivos e ‘fur-ball’

          Nenhum gato de fazenda, ou ‘feral cats’ urbanos passam fome com esta balanceada e apropriada dieta

          Não sendo isso, toda alimentação oferecida aos carnívoros pets felinos domésticos é ‘artificial’ e não aquilo que a Natureza (“Oh, a Natureza!” tanto evocada em vão) determinara

    • Tom,
      Que bom encontrar e ler algo de fato coerente nesta atmosfera extremamente densa com tanto non-sense lançado no espaço!…
      E suas linhas portam, no meu conceito, a credibilidade da sua formação em medicina e sua vivência em jornalismo médico.

      • Obrigado, Nelsinho.

        A triste existência de Asilos para Idosos que tratam seus indefesos pacientes de maneira abusiva e desumana não justifica a invasão e depredação de suas unidades. Sempre foi bem mais eficiente quando provas bem-embasadas e irrefutáveis foram coletadas e entregues à Imprensa e ao Ministério Público.

        O desrespeito e desumanidade com que são tratados os passageiros nos Transportes Públicos tampouco justifica ônibus ou trens serem vandalizados em equivocado protesto.

        Não há justificativa para a Barbárie. Todas as bandeiras sob as quais Tropas de Ataque, formais ou informais, foram endossadas tinham também arroubadas justificativas para tal. E o lamentável saldo final sempre foi o aftermatch destes atos de barbárie.

        x-x-x-x-x-x
        Em suma: o miraculoso novo remedinho que você leitora, aflita, dá ao seu cãozinho doente, tenha certeza de que foi exaustivamente testado em dezenas (ou centenas) de outros animais e cãezinhos e assim comprovada sua eficácia com um mínimo aceitável de efeitos colaterais, antes que fosse liberada a venda. Não tivesse ele sido testado e aprovado, seu veterinário optaria por um outro, comprovadamente testado e aprovado no tratamento desejado.

        Ou vc acha que o medicamento foi testado não em animais, mas em… laranjas? (pun intended) 😉

        • Isso me assusta de uma maneira arrepiante, Tom: depredar, destruir, colocar alma em animais (almas em geral), ódio, achar que animais são melhores, endeusar animais, como touros sagrados, bezerros de ouro, a lua como deusa, a ignorância como comportamento certo, destruíram uma pesquisa inteira sobre malária porque era feita em animais e a malária continua matando nas florestas, o bom selvagem é de uma idiotia gritante, gosto do bom homem moderno, que preserva, recicla, não consome excessivamente, o homem da cidade grande, que sabe usar elevador e escadas rolantes (ouvi um comentário sobre o não saber usar isso do brasileiro hoje no rádio), sabe o valor da vida, enfim, o bom “ser” moderno, eu quero é isso.

        • ódio, sarcasmo, deboche, raciocínio nenhum, só a arrogância da ignorância; não, não degluto isso não, pode espernear que nem menina, você está errada, muito errada, procure ajuda, isso não é saudável.

        • Senhora,
          Eu vou continuar recusando deglutir qualquer ação CRIMINOSA. O ataque e depredação de um centro de desenvolvimento de medicamentos renderia prisões e dispendiosos processos aos seus participantes na maioria dos paises do mundo. Em alguns em particular, as consequência seriam inimagináveis…

  5. Estou impressionado. Eu achei que você ia dizer que era contra por ser absurdo óbvio, mas consegue piorar tudo. O problema é que alguns iam sair antes. Existem “criminosos e criminosos”.

    Não hesito em dizer: Cora, você é fascista.

    Eu já acho que é sinal da degradação moral de nossa sociedade que alguns, ainda que “livres”, tenham que se submeter a testes farmaceuticos em troca de dinheiro. Mas comparar a situação de um preso com alguém fora, que em geral tem escolhas, só pode ser fruto de uma mente doentia.

    • Sr. Jose Fardo, não sou defensora da Cora, mas acompanho seu profissionalismo e ética profissional, contudo agora não vim aqui defender ninguém, nem aos cães que absurdamente sofrem maus tratos em nome de uma indústria e da sociedade que ignorantemente vivemos, todos:
      Você sim é facista quando desvia o cerne da discussão que está sendo travada nesse fórum;
      Você sim é facista por ignorar a diferença entre um texto com teor científico e um texto qualquer, como o seu recheado apenas de opiniões. Ter opinião sem ter estudado, pesquisado não vale para comparar ou debater textos científicos.
      Recomendo que vc., se não for apenas mais um daqueles internautas que querem apenas deviar assuntos ao debate de fato (do que a internet e foruns de debate estão cheios), que vc. escreva diretamente para a Dra. Preci Grohman e consteste seus estudos e pesquisas.
      No mais por aqui estamos debatendo e trocando idéias e mesmo apresnetando textos científicos, volto a dizer, sobre pesquisas laboratoriais com animais que não têm o poder de escolha, são cobaias humanas. E ainda, o mais importante que o texto dessa Dra. coloca, sobre a eficácia desses testes em animais não humanos.
      Adeus!!!

  6. Salve Cora!

    Nunca detectei nenhum desvio de conduta em seus escritos. Ao contrário, acho que pelo menos parte de sua bem sucedida trajetória se deve sim a lucidez do que você exercita.

    Pronto, escrevi.

    Se você precisar atuar de olho nos menos favorecidos, com certeza abdicará (seu direito, sempre) de encantar aos que tiveram a oportunidade de “make something of themselves).

    • Estamos em um ambiente saudável tentando equacionar os caminhos de uma prática que julgamos cruel ou declarando guerra uns contra os outros? Toda a Patogenesia Homeopática foi montada em experimentos no homem são. Não justifico a crueldade porque creio que atualmente existam métodos eficientes de investigação científica – é preciso questionar, sem dúvidas. O problema é a falta de seriedade e compromisso nesse país,porque tudo pode ser modificado, adequado e distorcido em função de interesses particulares…

  7. Fico pasmo ao ler tantas elocubracoes filosoficas sobre o uso de animais em pesquisas cientificas quando essas mesmas pessoas que elocubram provavelmente estao, ao mesmo tempo, a devorar um delicioso file a Oswaldo Aranha no Lamas, uma suculenta picanha no Porcao ou um leitaozinho pururuca em Tiradentes… Porra, vao ser incoerentes (e CONIVENTES) assim na casa do c€£¥^%! Pensam que esses animais tambem nao sofrem incriveis maltratos antes de serem “abatidos”? Ja presenciaram um caminhao de transporte de porcos, apinhados, grunhindo de dor e pavor? Sem falar nos frangos e peixes, estes ultimos agonizando nos conveses, morrendo sufocados….
    Claro que, em principio, sou contra os dolorosos experimentos nos caezinhos, macaquinhos e ratinhos (por que nunca defendem os ratos, tao semelhantes geneticamente aos humanos?), mas, primeiro, vamos por ordem na casa…
    Coerencia, gente, por favor, COERENCIA!
    PS Utilizar humanos voluntarios (condenados ou nao) nao eh nazismo – para os nazistas, “racas inferiores” e beagles e ratos eram a mesma coisa…
    PS 2 Os porcos sao animais extremamente inteligentes, amorosos, sensiveis e – last but not least – sua carne eh a que tem a maior semelhanca de sabor com a carne humana. Ja dizia, ao provar das duas, o Padre Anchieta…

      • Leia com atencao o que escrevi e talvez tenha a resposta. Se nunca ouviu falar no File a Oswaldo Aranha, desculpe, ou voce eh uma vegetariana de berco ou eh mesmo muitissimo mal informada…
        De minha parte, por motivos eticos, nao como mais carne ha varios anos (a nao ser no sentido “biblico”) – mas que eh uma delicia, la isso eh. E tenho plena certeza de que a grande maioria dos que aqui opinam, horrorizados com o sacrificio dos animais, cagam e andam enquanto se deliciam nos churrascos dos fins de semana…

        • e bobão, eu não como carne desde criança pq sempre odiei. minha mãe me batia pra me obrigar a comer bife. eu detesto o cheiro d sagrada inquisição das churrascarias desde q me entendo por gente. sei o q é um file osvaldo aranha e caguei pra isso.

  8. infelizmente, uma boa parte dos leitores e pretensos comentaristas já não sabe ler, muito menos tem condições de entender o que pensou ter lido. é triste. comentários vindos desses, embora embrulhem o estômago de qualquer um, demonstram o crescimento da irresponsabilidade na emissão de “julgamentos impensados” – o que é um sinal de alerta para tempos difíceis que – num passado próximo diríamos “virão”, mas hoje já temos de reconhecer: – chegaram.

    • ainda bem que para cá a maioria de quem vem pertence ao grupo dos que ainda sabem o que leem, o que pensam e o que dizem – registre-se e fique claro. isto aqui não é orkut! 🙂

      • falando baixo, depois de ler certos… “comentários”:

        contra fatos não há argumentos: abriram a jaula dos intolerantes generalistas rasos e alguns vieram fazer suas necessidades aqui neste quintal. seria algum experimento fracassado?

          • Cora, entendo perfeitamente sua vontade de fechar as portas, apesar de achar que deve existir uma solução: uma milagrosa poção tecnológica ou um antivírus que extermine de vez o radicalismo cibernético que, de tempos em tempos, invade o blogtequim.

          • bem-vinda ao meu cada vez mais desalentado Clube da Misantropia, Corinha…

            O problema é que, por definição, este clube não aceitaria outro sócio.

            Mas como sou misAnthropos e não mis(o)Gynos, bem-vinda! 🙂

          • Cora, nem tudo estará perdido enquanto houver gente de espírito elevado atuante no mundo, gente como você e os bons amigos que você atrai e sabe manter com você.

            desejo-lhe bom ânimo, menina. e confesso que tem sido bom, nesses dias de tantos absurdos vindos de gente que não parece humana, encontrar luz nesse cantinho. e isso é mérito todo seu.

            estou solidário – igualmente atordoado, mas solidário. beleza?

            ah, só pra ver que nem tudo se perdeu, olha aqui quem ganhou casa nova no fim de semana: o Jack, aquele gatinho caolho que estava na UIPA: http://on.fb.me/1cmtm4w. (e aqui o álbum com todos os adotados do sábado: http://on.fb.me/HbTeBN)

            beijos.

  9. É um assunto muito polêmico e altamente inflamável. Muitas pessoas já participam voluntariamente de programas de testes com novos fármacos. Muitas vezes são cidadãos que estão com problemas sérios de saúde e participam da pesquisa. Realmente quando pensamos na aplicabilidade de qualquer coisa em nosso país, perdemos um pouco a esperança de seriedade…

  10. Sinto muito, minha flor, sei que certos falares doem, cravam no peito uma dor fininha e serrada, sinto por você.
    Nem falei muito sobre isso por causa disso, desses dizeres absurdos, muitas pessoas surtam com esse assunto, animal é animal, gente é gente, mas alguns misturam tudo, fazem animais racionalizarem e seres humanos serem irracionais, e com uma brutalidade, com uma violencia, com tanto ódio, assusta…

  11. Quem cita o nazismo nessa discussão ja esta disvirtuando a discussão sobre o uso e eficacia de testes em animais para a industria de cosmeticos e farmaceutica em geral.
    Mas a serventia das polemicas e desvirtuamento da discussao, intencional ou nao e a de que no Brasil, qualquer discussao sobre legalidade deve e devera incluir um quadto e cenario de instituicoes corrompidas e corrompiveis, indo o que se ve, de diz ou se escuta em geral nao e a realidade, mas sim o contrário, ou ainda, como melhor lhe oarecer ao fregues e ao vendedor.
    Voltando a discussao de testes “farmacêuticos” em animais..,,

  12. Com relação aos animais, não tenho animais de estimação. Já tive, mas não tenho e acho que não terei mais nenhum. Adoro tirar fotos de pássaros e animais livres. Mas perto de mim, na minha casa, acho que não quero ter nenhum. Não como carne vermelha por opção, mas tenho que comer outras proteínas por orientação médica. Portanto não sou um defensor ardoroso da causa animal. Não quero que sofram, mas não acho certo radicalismos. de especie alguma.

    Achei errado, completamente errado o texto que circulou por aí. Eu li. E percebi que mais uma vez é um texto que comprova uma tese, que não sou só eu que defendo: O ser humano não é um animal racional. é um animal emocional. (Talvez até esteja em mutação para um animal Manifestante radical emocional.). Ele debate e argumenta com uma casca racional.
    Mas os argumentos são completamente embutidos de emoção, paixão.. Os ouvidos estão fechados ao outro..
    E as pessoas não sabem falar!!! Gritam… Logo não sabem falar nem sabem ouvir. Então é um debate dos Mudos com os Surdos… Pura emoção..
    Não somos Vulcanianos. Somos terráqueos. E seguimos assim… Com o coração a mil…

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