Fatos da vida

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28 respostas em “

  1. Rafael já que vc se referiu ao meu comentário eu gostaria de replicar com dois pontos: primeiro, eu sinceramente não entendi a sua réplica! Segundo, uma coisa eu sei: eu não me referi a animais ou crianças abandonadas mas afirmei que em principio sou a favor de protestos. Na verdade, o que expressei foi minha frustração em ver escândalos em série serem varridos toda semana para debaixo do tapete sem merecer uma mísera reunião de pessoas para protestar (com algumas honrosas exceções), as próprias passagens de onibus sobem de preço todo ano religiosamente. Mas entendo: estamos no meio de um evento internacional, com toda a midia para prestar atenção e dar as manchetes então faz todo sentido ” o exercício” posto em prática. Tomara que a bandeira dos protestos se estenda para cubrir as fraudes políticas, a impunidade dos mensaleiros e todo político que se acha acima do povo, o desperdício do dinheiro publico pelos governantes de plantão, a corrupção solta em todos os níveis, a falta de segurança nas cidades, a violência no campo, o desmatamento desmesurado, a infrastrutura pobre de estradas, aeroportos e portos, etc, etc, etc. A lista é grande e temos motivo para protestar pelo resto da década se for o caso, inclusive pelos animais maltratados e crianças abandonadas ( ou vice versa). Adriana
    PS: O caminho da cura passa pela admissão da doença. Evitemos a negação: o País vai muito mal ( de verdade) então protestemos porque é nosso direito. Porém sem vandalismos e violência, deixemos esse papel para a polícia e para os provocadores profissionais

  2. Adriana, esse argumento de que o fato de existirem motivos mais importantes, como Sarney e Renan diminui ou invalida um período por um motivo “menor”, equivale a dizer que não se deve ajudar animais de rua devido à existência de crianças abandonadas.

    Uma coisa não exclui a outra.

  3. Poxa sou super reaça então! Nada contra protestos! Mas qQueria ver esse protesto todo para reclamar dos mensaleiros ainda soltos, da manutenção do Sarney e do Renan ou da madame Rose como primeira dama e uma lista infindável de porcalhadas perpretadas em nome do povo….enfim opinião é como “bumbum” cada um tem o seu e ainda se é livre pensar e falar a própria opinião neste Paizzzz. ( apesar das tentativas de controle de opinião seguirem acontecendo).
    Adriana

    • Lilly, entendo que você concorde com os argumentos do Reinaldo Azevedo (ele é um cara para lá de reaça, nível de Bolsonaro…), mas é impossível negar que em seus últimos dias seu blog está recheado de mentiras ou generalizações muito maldosas.

      O que dizer deste vídeo?

      E as tão divulgadas imagens do PM quebrando a viatura?

      E as imagens da PM abrindo fogo contra jornalistas na esquina da consolação com a Paulista?

      E a coluna do Elio Gaspari?
      http://www1.folha.uol.com.br/colunas/eliogaspari/2013/06/1294837-a-pm-comecou-a-batalha-na-maria-antonia.shtml

      Abraços e bom fim de semana!!!

      • Rafael, para todos os fatos há duas (ou mais) versões. Assisti aos vídeos dos jornais, das TVs e aos da PM. Acompanhei tudo de perto, pois não aguento mais esses petralhas no poder. Daqui pra frente, a “coisa” só tende a piorar, pois o alcaide de Sampa já está dando pra traz para não perder o mandato. E o pessoal que está no “planaltinho” pensa que sabe governar. Estamos tomando, deles, uma “lavada” de muito a zero. Cansei! Bom fim de semana pra você também.

  4. Eu acho engraçado o pessoal do “está tudo errado”. Como se “as outras manifestações” fora do Brasil tivessem sido super certinhas, organizadinhas, limpinhas, sem excessos…eita mania de brasileiro de achar que tudo que é de fora é melhor, até protesto! Enfim, sempre vai ter gente do contra, achando que é tudo uma bagunça, assim como tinha um montão de gente que achava que era tudo baderneiro na época da ditadura e que tinha mais é que prender esses vagabundos mesmo…nunca vai existir um consenso, o negócio é seguir em frente e não deixar o momento morrer…

    • lembrando que pouco antes da implantação da ditadura, o povo fazia protesto pedindo o fim da bagunça. protesto pela ditadura? não. eles nem sabiam pelo que estavam marchando, mas deu no que deu. a massa se presta a cada papel, não é? a serviço de quem? só se descobre bem depois. e, às vezes, não é bom.

      • ninguém quer protestar no sábado. aliás, com o início da Copa das Confederações, estuda-se o calendário de jogos antes de qualquer coisa.

        já imaginou o ridículo: manifestantes e policiais em confronto, jornalistas sendo alvejados como mosquitos, de repente, gol do Brasil!?

        abraçam-se todos e invadem a Paulista. como diria o Faustão: seria a primeira cobertura bissexual da imprensa sensacionalista.

        • surpresa! não é que meia dúzia de manifestantes sérios saíram às ruas? não em São Paulo, evidentemente… (ufa! este último e pequeno detalhe ainda me faz crer que não estou, de todo, errado. ufa!) há protestos e protestos.

  5. uns protestam por democracia

    outros, pelos 20 centavos do bus,

    eu…. nao aguento mais essa britadeira na pedra! socorro!

    Quando vai acabar essa tortura?

  6. Também concordo com as palavras do Claudio Rúbio. PROTESTO SIM, BADERNA NÃO! Agindo desse modo, com vandalismos, acaba-se por perder a razão da causa.

  7. pena que, ao menos no caso de São Paulo, estejam protestando “para as câmeras e para os flashes”, em vez de reunir-se com a mesma voz, o mesmo brado, diante das casas legislativas, onde estão seus representantes políticos, aptos a encaminhar a questão a um fim político e a uma vitória real da cidadania.

    é ruim um lugar em que se escolham palcos para manifestações políticas tão distantes dos políticos e tão próximos das emissoras de tevê. o questionável exercício de liberdade perde a chance de ser um belo exemplo de cidadania quando esbarra em desrespeito aos direitos dos demais cidadãos (que não são obrigados a tomar partido nem a ser barrados em seus caminhos) e pior ainda quando esse desrespeito vira provocação desorganizada.

    se o cocô atrai moscas, esse tipo de comportamento atrai a polícia. é meio óbvio. e, no desdobramento dos fatos, estabelecido o cabo-de-guerra entre os candidatos a macho-alfa, todos perdem a razão muito fácil.

    do mesmo modo que manifestantes não gostam de ser impedidos em suas manifestações, o cidadão fora da manifestação também não gosta de ser impedido em sua volta para casa, em sua ida ao hospital, em sua saída de banco etc.; aí aparece a polícia, estabelece-se o confronto, o cerco, a hostilidade, a agressão, de parte a parte.

    tudo errado.

    envergonha-me a atuação da polícia e dos governantes, tanto quanto a dos manifestantes e seus apoiadores todos. de verdade.

    (estou, repito, falando das manifestações em São Paulo, especificamente, e não me refiro às de nenhuma outra parte. também deixo claro que estou falando dessas recentes manifestações em São Paulo, e não de nenhuma anterior ou posterior. é bom deixar muito bem explicado, antes que venham os panfletários generalistas clamando irados.)

    ontem, reuniram-se sabe-se lá quantos milhares de manifestantes no Centro, diante do Teatro Municipal (era ópera ou circo? certo é que os organizadores esperavam promover um espetáculo. isso está explícito na escolha do cenário), decididos a “tomar” a Avenida Paulista.

    oras bolas! por que ir à Paulista, quando a poucos metros do Teatro, virando algumas ruas, todos chegariam facilmente à Câmara Municipal, onde conseguiriam fazer tremer até os mais minúsculos dos pelos encravados dos políticos daquela casa?

    se era para impressionar, por que não aos políticos? por que tem de ser um espetáculo televisivo? por que tem de ser um espetáculo para as páginas dos jornais? por quê?

    tenho minha teoria particular: tudo por espaço midiático. e só.

    todos temos o direito à livre manifestação. nenhuma manifestação pode ser imposta a todos os que passam por determinado caminho, do mesmo modo que ninguém tem o direito de impedir um manifestante respeitoso dos demais.

    se a polícia apareceu em tão grande volume foi por conta dos fatos anteriores: meia dúzia de manifestantes (ou meia dúzia de baderneiros entre algumas dezenas de manifestantes) foram capazes de causar prejuízos a diversos comerciantes, dias antes; ora, o que esperar de manifestação que propunha reunir 24 mil pessoas? juntar 2 e 2 é coisa que a direção de qualquer força policial ainda sabe fazer, e fez. daí a saber controlar a massa há um hiato e tanto.

    o resultado todos vimos.

    sou contra todos os lados envolvidos nessa palhaçada (desculpem-me os digníssimos palhaços, profissão cuja arte só faz bem ao povo). do mesmo modo, sou contra a cobertura espetacularizante que se tem dado a essas manifestações (todas as mídias o têm feito por audiência, por hits, por dinheiro). sou contra governantes tão submissos aos interesses comerciais que são capazes de destacar um quase-exército incapacitado para cercar a manada acéfala em busca de flashes. contra todos esses.

    está tudo absolutamente errado.

    posso protestar? claro. todos podemos. mas nem por isso temos o direito de destruir nada de ninguém.

    posso pedir proteção? claro. todos podemos. mas nem por isso temos de ser sufocados por PMs saudosos dos tempos da ditadura, “bons” (?) tempos do cale a boca e fique quieto.

    posso cobrir os protestos? claro. todos temos o direito de exercer nosso ofício, mas nem por isso temos de transformar tudo em espetáculo e nem por nada temos o direito de abdicar da ética no ofício.

    e eu posso, como realmente estou, ficar contra todos os envolvidos nisso.

    lamento pelas perdas de todos os lados, mas lamento muito mais pela estupidez com que uns e outros pensam estar defendendo a democracia.

    é um alerta real para o quão distantes estamos de compreender, de verdade, o que são liberdade, democracia e, principalmente, cidadania.

    abraços.

    • Claudio, não sei se você é do Rio ou de SP, mas por aqui pelo Rio, cansei de ver ora policiais, ora professores, ora bombeiros ACAMPAREM por dias a fio em frente à Assembleia Legislativa e não acontecer rigorosamente nada.

      Infelizmente, o protesto só surte efeito quando atinge um local de visibilidade, como a Av. Rio Branco no RJ ou a Paulista em SP.
      E isso naturalmente atrai a imprensa e a polícia.

      Nos vídeos fartamente divulgados ontem ficou bem claro quem estava protestando pacificamente e quem estava afim de baderna.
      Houve até policial quebrando o vidro de sua própria viatura.

      • Rafael, com todo respeito, se nada se fez, é porque não souberam dialogar com os que os representam. sou de São Paulo e não suporto mais protestos com o propósito de atrair mídia. hoje, há uns minutos, havia um aglomerado de manifestantes diante da sede da TV Globo (oi?!), com faixas e cartazes, protestando contra: 1. os gastos do governo com a Copa do Mundo, 2. o valor das passagens dos transportes e 3. o custo das mensalidades escolares. mais que protestando contra tudo isso, eles estavam ali aos brados “exigindo providências”. hã? como assim? providências da TV Globo? é, isso mesmo.

        é o supra-sumo do movimento dos sem-noção. tudo o que querem é espaço na mídia, para protestar, protestar, protestar… protestar contra tudo… na tevê.

        é a tevê o governo?

        o que é isso?

        exercício do direito à expressão? sim. manifestação democrática? sim. mas, e daí? vou reclamar do almoço no dentista e quero providências. vou reclamar do preço do busão na padaria. vou protestar contra a cor dos olhos da Xuxa, na missa de domingo. e quero que meus direitos sejam respeitados….

        isso é, no mínimo, falta de sensatez.

        se as instituições democráticas não funcionam, vou eu procurar atalhos “em nome da democracia da minha cabeça”?

        lugar de protestar contra decisões do Executivo é diante do Executivo, ou, quando muito, diante das casas do Legislativo. se o povo não sabe disso, as lideranças deveriam saber. se não sabem, todos os espaços midiáticos poderiam prestar um favor à democracia e, em vez de veicular espetáculos patéticos e desagradáveis como esses, fazer uma boa campanha educativa – já que há quem aprenda mais diante do que divulgam as tais mídias do que nas escolas, ao que parece.

        lugar de manifestações do porte da que ocorreu ontem em São Paulo não é nos principais corredores de trânsito, justamente no horário de pico de congestionamento. não. lugar de manifestação assim é diante das casas legislativas, diante da sede do executivo. se não ouvirem, grita-se mais, esgoela-se muito mais.

        a menos que todos passem a usar helicópteros, uma hora terão de sair para encarar a população.

        enfim… quem quer espetáculo reúne-se diante do Teatro Municipal e sai passeando pelas principais ruas de comércio, esperando que comerciantes assustados acionem seus representantes e estes acionem o governo, que acionará a polícia e fatalmente tudo acabará em pancadaria, com direito a muitos repórteres pouco experientes ou muito atrevidos que se atiram no meio dos que se confrontam, à cata do melhor ângulo para uma foto, um clique… tudo pelo espetáculo.

        não creio em espetáculos tão revolucionários hoje em dia. sou meio descrente, sabe?

        abraços!

      • Caro Rafael, concordando contigo, meu marido trabalha no Centro e em andar altíssimo, avista tudo o que ocorre e ele foi muito contundente em afirmar que o movimento estava calmo e tomou as proporções que tomou pela truculência da polícia, que atirou com bala de borracha na altura da cabeça e pescoço!
        Claro que há gente esquentadinha e no propósito final de badernar, mas a grande massa estava protestando ordenadamente e com calma.

        O alcaide e o ‘Seu Cabral’ acham que em passeata de protesto vão todos dançando valsa?

        • do alto e na tevê tudo é tão pacífico… tão ordeiro.

          só um detalhe: meio difícil avaliar o ângulo em que a polícia atirou do alto de tão alto edifício, ainda mais à noite, no Centro de São Paulo, não? não desacredito da acuidade visual de ninguém, apenas desconfio que para toda capacidade humana haja um limite físico.

          seja como for, deveriam os manifestantes estar onde não estavam: protestando diante das casas executivas e legislativas. bem que poderiam sitiá-las, para ver se os representantes e funcionários trabalhavam um pouco mais…

          ninguém aqui está querendo derrubar ditadores (ou está?). se a questão é decisão do Executivo, não se precisa entupir a via pública.

          o erro está exatamente no que se elogia: tão bonita a manifestação… tão pacífica… mas, qual é a proposta mesmo?

          • concordo totalmente com o cláudio. outro dia vi até uma faixa da une, é essa mesmo que foi comprada pelo governo…

            []’s

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