Old Man Lucas: notícias

Lucas

A vida com Old Man Lucas tem sido uma montanha russa emocional. Um dia ele está péssimo, no outro dá uma melhorada que só vendo; um dia se recusa a comer, no outro vai à cozinha de duas em duas horas pedir comida. Mas comida em termos — só aceita carne moída crua. Despreza frango, faz pouco de atum, ração nem pensar.

Continua muito magrinho, praticamente pele e osso, mas está firme e alerta. Já não fica escondido na salinha de vídeo. Anda pela casa inteira e, embora não consiga mais pular em cima da mesa ou da escrivaninha — perdeu muita massa muscular — sobe, às vezes, no sofá ou na minha cama.

Em suma: a Incrível Capivara Felina (apelido que Old Man Lucas conquistou na juventude por causa da cor e do volume) virou um idosinho frágil, de saúde delicada. Dentro do dentro, porém, está passando bem e, no momento, não tem nenhum problema agudo, exceto os achaques da idade.

Nem preciso dizer que está sendo mimado a mais não poder…

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22 respostas em “Old Man Lucas: notícias

  1. “Olhos azuis são ciúme / e nada valem para mim”, cantava o Francisco José, que devia ser um grande invejoso, não é, Lucas? Com uns olhinhos desses, meu lindão, não só pela cor, mas, também, pela expressão, tu vales tudo, Luquinhas, sobretudo a torcida monumental que aqui se gerou.
    Continuação de melhoras e beijocas.

  2. É sempre muito bom ter notícias do amado Old Man Lucas! Eu e meu marido (que já se apaixonou também pelos seus gatinhos) estamos sempre na torcida por ele! Plagiando o Cláudio Rúbio, “cafuné virtual e a torcida real” pela recuperação desse Príncipe”

  3. Cora, sua descrição da rotina do Lucas é igual ao minha com o Fellini. O Fê tem 17 anos, em junho fará 18. Agora só tá comendo carne moída cozida. E ganha mimo até não poder mais.

    • O meu Tom (que recebeu esse nome por causa do bonitão do Tom Seleck) faz 18 em setembro. Já tem dificuldade para subir nos lugares (mas pula para o chão sem problema) e levamos sempre um banquinho onde estamos para ele subir sempre que tiver vontade). Já está mais magro mas ainda tem bastante carne de reserva. Come de tudo (até a ração seca da Proplan, apesar de já ter perdido alguns dentinhos) mas faz questão de variedade – carne moída crua, ração mole, requeijão, atum e presunto. É louco por azeitonas, mas aí já é demais. Cada dia quer uma coisa diferente. Agora não é mais hora de ficar regulando o que pode e não pode comer. Já está bem surdinho e a visão não está 100% mas, mesmo com tudo isso posso dizer que ele está muiiiito bem. É remanescente de uma família de 5 gatinhos (pai, mãe e 3 filhotes) que sempre foi muito amada e mimada. Com os anos ficou muito mais amoroso e dengoso e sempre pede colo. Dorme quase o tempo inteiro mas ainda dá suas voltinhas pela casa e pelo jardim (bem menos) e adora um solzinho. Tomara que ele continue assim por muito tempo..

  4. É isso aí, Cora é tudo que podemos querer. Do meu lado vou ficar torcendo para ele ter a melhor vidinha, sem dor, que ele puder ter, mesmo velhinho. Se não houver sofrimento, eu torço pela vida.

  5. Ele me faz lembrar muito a minha doce amada Psiu – ela era igual a ele. Ela “precisou partir” com 10 anos, para evitar que sofresse muito, após duas cirurgias por causa de CA. Minha Pequena fará 14 anos em junho, ainda está muito esperta, mas percebo que o tempo já está começando a pesar. Não muito, mas percebo. Torço sempre pra ela partir antes de mim, para que eu fique sossegada. Se isso não ocorrer, ela já tem a casa de uma amiga minha, com quatro amiguinhos. (Na minha família, ninguém “entende” de gato).

  6. Nosso Cacau, também siamês, adoeceu mais ou menos junto com seu Old Lucas. Seguimos os mesmos passos de AD na seringa, consultas, rezas, torcidas. Quando seu Lucas melhorou, contei pro Cacau. Infelizmente, além dos 12 anos, ele tem um diagnóstico de leucemia viral que contraiu da doce Lory, uma brava gatinha salva dos dentes ferozes de um rottweiller. Aqui, a vida segue, nas perninhas trêmulas e frágeis de Cacau. Que haja vida enquanto houver vida. Estamos lhe dando todo o conforto possível. Afagos no seu Old Lucas.

    • Sinto muito, Sonia. Conforto é, algumas horas, tudo o que se pode dar. Que a sua Cacau tenha conforto sem dor.

      • Obrigada, Marise.. É isso o que importa mesmo – fazermos o (im)possível para que a passagem de nossos amados seja leve – como uma vela que de repente… se apaga.

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