Um país de blocos de carnaval com 250 mil pessoas que não consegue reunir meia dúzia de gatos pingados para um panelaço merece os políticos que tem.

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27 respostas em “

  1. Brasília é uma obra-prima da concepção totalitarista: Brasília é muuuuito longe do Brasil e o Poder se regala impune

  2. “Quando o hígido Michel Temer vira poeta e Renan Calheiros – acusado pela Procuradoria Geral da República de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso – é apossado na Presidência do Senado Federal no posto número 3 da sucessão republicana e entra no papel dando uma aula de ética e com apoio do PSDB, um lado meu pergunta ao outro se não estaria na hora de sumir do Brasil” – Roberto Damatta, antropólogo – O Estado de S.Paulo, 06-02-2013.

  3. Um contribuinte teve sua declaração rejeitada pela Receita Federal porque, aparentemente, respondeu a uma das questões incorretamente.
    Em resposta à pergunta “Você tem dependentes?” o homem escreveu:
    “- 40.000 imigrantes ilegais, 10.000 viciados, 150.000 servidores públicos, 150.000 criminosos em nossas prisões, além de uma porrada de políticos em Brasília e nos municípios.”
    A Receita afirmou que o preenchimento que ele deu foi inaceitável.
    A resposta do homem à Receita foi:
    “- De quem foi que eu me esqueci?”

  4. Bem… teço comentários:
    1 ) Argentina é diferente do Brasil porque a Casa Rosada fica no centro de Buenos Aires. Vale a pena fazer um panelaço lá ! Aqui é em Brasilia e lá é tudo longe um do outro. Ministérios lá longe, Presidência da Republica cá deste lado e por aí vai !
    2 ) A falta de seriedade do nosso processo eleitoral começa na obrigatoriedade do voto. Onde já se viu isso em uma Democracia ? Portanto, panelaços… estou fora !
    Bom carnaval para todos, que eu vou para os Istêites desequilibrar a nossa balança de pagamentos !

  5. Cora! Na mosca…. Ainda ontem falei da Argentina, onde descontentes com a presidente “rumbeira”, vão todos à rua para promover um grande panelaço. Aqui no Brasi, protestamos nas filas de banco, pela internet, ao amigos, aos motoristas de taxi e… só!!!!!
    Caramba! Eitcha povinho acomodado.

  6. ah, o povo…

    hoje, uma senhora com um cachorro de raça, muito bem cuidado, aproximou-se de mim e da Bebê no hospital, puxou assunto, enquanto eu contava a história da Bebê, a senhora fez festa na barbicha dela, e parecia uma criança, até eu chegar à parte em que eu digo que estou tratando, mas preciso encontrar alguém que a adote. nessa parte, a mulher mudou de aspecto, assumiu um ar de indignação e soltou um “Como?! Que insensível. Olhe como ela gosta de você, vai entregá-la a qualquer um? Isso não se faz.” – óbvio, não me contive e respondi tranquilamente: “Insensível, eu? Quantas vezes a senhora socorreu um cachorro na rua? Quantas vezes adotou um? Quantas vezes pegou um cachorro desconhecido e assumiu para si a responsabilidade de alimentá-lo, curá-lo? Quantas vezes foi além do cafuné, do biquinho e do ‘que bonitinho1’? Insensibilidade é passar por eles e fingir que não os vê. Insensibilidade é encontrar alguém que os socorre e querer obrigar a ficar com eles porque os vimos. Insensibilidade é querer impôr aos outros a responsabilidade que não se assume para si mesmo. Com todo o respeito, não a conheço, mas não gosto de seu jeito de pensar sobre esse assunto. Com licença, está deixando a Bebê irritada.” (e eu “ainda diria mais, mas a canção tem que acabar”. )

    e o que isso tem a ver com o carnaval e o povo que não se mobiliza politicamente? tudo.

    dá trabalho? requer envolvimento? então é chato, deixa para outro que o faça.

    é brincadeira? sem compromisso? vai uma “galera”? então, “tô dentro”.

    é assim.

    o outro assuma a responsabilidade, o outro arrume a bagunça, o outro me ajude, o outro me socorra… quanto a mim, eu quero zoar! ninguém me segura! uh-huuhh!

    ridículo. mas é assim.

    há, claro, exceções, mas, como tal, confirmam a regra.

    o povo não vai além da reação, do agora. o povo tem medo do depois.

    relacionamento? relação? não… é tempo de reação. as interações de hoje são reativas, reações ao outro, a tudo, mas sem nenhuma continuidade, nenhum envolvimento, nenhum comprometimento…

    nada melhor que o carnaval para o povo reunir-se reativamente, pipocando conforme os encontros se dão.

    e vamos em frente, que atrás de trabalho não tem ninguém, mas do trio elétrico… vixe!

      • Se Ele precisar de ajuda, um carro com uma chofer para tira-lo dali, podem me procurar que eu me prontifico. Na hora!

    • Parabéns, Cláudio e vc ainda foi muito educado porque eu teria mandado essa senhora pra um ponto bem longínquo, que é onde ela deveria habitar.
      E a Bebê como está indo?
      Se você gosta de carnaval, aproveite muito, você certamente merece! 😉

  7. Ah, Cora, pela primeira tenho que discordar de você. Eu acho que o povo merece sim os políticos que têm! O povo os conduziu ao poder! O congreso nacional é um microcosmo da população brasileira.

  8. Quem escreveu sabe das coisas.
    E o mais grave, como se o todo já não fosse, é que deu praia, iniciou a temporada de confete & serpentina, teve show nas areias de Copa ou jogos de futebol, o Rio para e não há 1 santo que os mova desses locais. Mesmo cientes que suas vidas ficarão à merce de um político por 8 anos.

    Fica claro, até para os “expertalhões” da Política, que o importante para o País é ter sol o ano todo, cerveja e alalaô!
    Pão e Circo.

  9. Sabe, nem sou muito a favor de panelaços e passeatas. Porque acho que se faz um monte de manifestações mas na hora mais importante, a do voto, se elegem sempre os mesmos. Que adianta fazer manifestação se as pessoas continuam mandando o Sarney, Maluf, Garotinho e que tais para o Congresso? Melhor seria não ter nenhuma manifestação e também nenhum notório corrupto eleito.

    Quanto aos blocos de carnaval eu sou uma paulistana típica, que não gosta quase nada da folia de momo. E adora cinema, rs.

  10. Enrubescimento geral no País!!!!!!!!!!!! ( e com pouquíssimas palavras, isso TAMBÉM assusta! Um texto curtíssimo e devastador pros nossos corações combalidos!).

  11. Vero.
    Assumo minha parte na ausência. Não que goste de carnaval, bem ao contrário, pois tenho uma cordial antipatia pela coisa. Mas como cidadão, diante da trolha que nos está sendo imposta e, principalmente, do constante ƒΩ∂åµ-$& que nos é transmitido regularmente, a partir da sede da Corte das Terras de Vera Cruz.

  12. Aí que tá, panelaço da trabalho,… o outro é Pão e Circo.
    As chamadas Loucas da Praça de Maio, em Buenos Aires, souberam fazer o seu barulho, incomodaram e foram ouvidas. Muitas histórias foram solucionadas através dos seus gritos e lenços brancos na cabeça.
    Aqui? Hoje tem sol, periga dar praia…

Diga lá!

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