Ano passado, na Índia

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7 respostas em “Ano passado, na Índia

  1. Gostaria tanto de ver os ditos humanos puxarem carroça, carregarem pessoas nas costas, comerem resto de comida, terem correntes no pescoço e ficarem incomunicáveis no escuro. Aí, sim, o mundo seria outro.
    (Perdão, mas neste mês, o mundo é de uma falsidade incrível; todos com jogo de cena!)

  2. Peso praticamente fulminante para um animal pulcro feito o camelo de cajal no pescoço!

    Não sei se tem mais sorte que os hipopótamos anōes do país Libéria.

    😉
    Boa noite, Corinha!

    • Fora o peso que ainda virá por cima disto tudo Monca…Que dó.. Mas é assim desde os tempos bíblicos. Morro de pena deles, dos elefantes que trabalham, dos burros e cavalos que puxam peso, dos animais adestrados dos circos, dos humanos que se apresentam na tv com os bichinhos treinados, me recuso a ver. Sempre!!! sofro com isso e como..
      va

      • A gente nunca presta atenção nessas suas observações, Va, mas é verdade, é cruel mesmo com os animais. Dos elefantes de circo me dei conta quando eles começaram a ser banidos das atividades dos grandes circos, por pressão dos órgãos de defesa de animais. Me lembrei dos golfinhos, que emitem sons já estudados pelos humanos, mas cujo sentido nós, pessoas comuns, desconhecemos… será que eles ali, nos aquários de acesso público, se divertindo ou reclamando dos humanos… enfim, muita coisa pra consertar nesses nossos costumes. abraço, vera

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