Concerto para máquina de escrever e orquestra

(Obrigada, Lilly!)

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14 respostas em “Concerto para máquina de escrever e orquestra

  1. Eu conheci esta música através do Altamiro Carrilho em um de seus LPs Clássicos em Choro. Muito bom ver que esta obra pode ser conhecida por todos. Adoro esta mistura e a melodia é sensacional.

    • Toda vez que me sento diante do computador, agradeço a meu pai por ter me obrigado a fazer o ‘Curso de Datilografia’ na adolescência [duvido que exista algom mais chato, monótono e repetitivo que um… Curso de Datilografia: 50 minutos de asdfg asdfg asdfg asdfg asdfg…]. Pois hoje digito com os dez dedos, com o olho na tela, sem olhar o teclado.

      Taí algo que não entendo: quando o Curso de Datilografia era um nicho restrito a algumas profissões, tinha Curso de Datilografia em tudo quanto é canto. Hoje em dia, que praticamente todo mundo usa um teclado pilotando computadores, desapareceram completamente tais cursos e só vejo gente ‘catando milho’, com os olhos pingue-pongueando do teclado à tela, do teclado à tela, do teclado à tela.

      Go figure…

      • Também matraqueava com todos os tiradores de “bituiva” do nariz e do “escutadô” de bobagem, até que decepei a falange do dedo médio da mão esquerda. Não deu mais, de jeito nenhum. Só catando milho e óia lá!

        • E, pior: minha muié, que nasceu com o mesmo problema da mãe do marido da Maria Letícia, quando tentei fazer meus filhos praticarem dactilografia, seguindo o mesmo livrinho da “Dactilografia Sem Meste”, disse às crianças que aquilo era bobagem “já que tinham inventado um tar de computador” que fazia tudo sózinho, “tomaticamente”. Claro que o livrinho desapareceu e minha máquina foi prô brejo na primeira tentativa do piá tentar escrever uma “cartinha” prá namoradinha. De raiva, foi tanta lambada na Olivetti ,que tá ai no setor dos poli-traumatizados irrecuperáveis inté hoje.

  2. para esta peça do compositor Leroy Anderson, eu prefiro a versão do percursionista vienense Martin Breinschmid:

    no vídeo postado, o solista Alfredo Anaya apenas homenageia a inesquecível interpretação de Jerry Lewis no filme “Who’s Minding the Store”:

    🙂

  3. Que inusitado ! a maquina de escrever soa quase como uma castanhola,claro,tem um som mais
    frio/metálico,mas o “intérprete” tirou de letra com o acompanhamento da orquestra.
    muito bem sincronizado …
    você encontra cada coisa hein Cora ? rs …

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