Banqueiro salva uma dúzia de patinhos: muito lindo!

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18 respostas em “Banqueiro salva uma dúzia de patinhos: muito lindo!

  1. Quero agradecer a todas as mensagens carinhosas que recebi.
    Foi bem mais que uma massagem no ego.:0)

    Também li o que o veterinário Eugênio escreveu e deixo aqui o meu comentário:

    Acho que está passando da hora da Medicina Veterinária deixar um pouco de cuidar da Saúde pública e cuidar dos animais, que são os seus verdadeiros clientes.
    Pelo seu raciocínio, Eugênio, teremos que varrer da natureza o homem, o maior vetor de doenças do planeta, que com sua ganância consegue desequilibrar todo um eco sistema perfeito e maravilhoso.
    O que torna o gato ou qualquer animal vetor de doenças é a irresponsabilidade humana.
    Se tudo estivesse em equilíbrio na natureza, nada disso estaria acontecendo e não foram os bichos que iniciaram esse desastre.
    Eles não poluem, não degradam, não emporcalham e nem tem uma visão antropocêntrica do universo.
    Se formos pensar em Zoonoses, teríamos que acabar primeiro com as comunidades carentes, onde 5 ou mais pessoas dividem um mesmo quarto, muitas vezes com uma só janela mínima, sem ventilação, e é um grande vetor de trocentas doenças. Saem de lá e entram em nossas casas. Temos uma enorme comunidade na Zona Sul, que é o maior foco de Tuberculose do Rio de Janeiro.
    Como poderemos sair às ruas, se por um espirro podemos contrair o H1N1, a Meningite? E entrar em ônibus lotados que circulam pessoas cheias de viroses, e por aí vai…
    O que deixa os humanos susceptíveis a doenças é a nossa má alimentação, hábitos deletérios, o estresse da vida urbana, o sedentarismo, que cada dia nos deixam mais imuno suprimidos.
    O mesmo acontece aos animais.
    Confinados em abrigos, eles passam todas essas doenças uns para os outros, além de perderem suas vidas trancafiados, sem direito a liberdade, sol, ar, verdes, sem direito à vida. Isso não é justo.
    Está mesmo tudo errado, sem saída, sem luz no fim do túnel.
    O que realmente é inadmissível, é que os animais paguem o pato, por toda a nossa ganância, egoísmo e irresponsabilidade.
    Existem sim, Eugênio, pessoas simples e de bom coração, que colocam comida para os animais de uma forma incorreta, ou guardam os animais, das maldades do mundo, da forma errada, por falta de informação.
    Taí mais uma coisa que os Veterinários poderiam fazer para um planeta melhor – informar – ajudando a fazer da forma certa, tirando apenas uma tarde por semana de seus consultórios lotados de bichinhos doentes, muitos deles levados por um protetor ou que foram adotados através deles.
    Junte se a nós Eugênio, com os seus 22 anos de experiência, e agregue valores para um mundo melhor.
    Seu conhecimento bem usado pode ajudar os animais a ficarem livres de muitas Zoonoses, que não são causadas por outro vetor que não sejam o próprio homem.
    Abraços,
    Lilian
    http://www.oitovidas.org.br

  2. Awww! Cora, eu adoro as placas de trânsito que vejo em Bellevue e Redmond com um pato acompanhado de patinhos avisando aos motoristas pra terem cuidado com patos atravessando a rua.

    • Ah! Agora que me dei conta, a reporter falou “Spokane”? Então foi aqui em WA? Bem que achei que era, pois aqui a gente vê muito os carros parando pra família de patos.

  3. Uma linda cena. Como disse a nossa porreta baiana Matilda, bem e mal há por toda parte, pode mudar o idioma, a cara do lugar, mas sempre haverá quem cuide e quem maltrate. Nossa parte é tentar aumentar a quantidade dos que cuidam, ter mais gente sensibilizada pela natureza, pelas plantas e animais.

  4. Um lindo vídeo! E, depois de assistir todo esse carinho vindo de um banqueiro, acho até que posso me atrever a pensar que nem tudo está perdido, não é?

    • André Luiz, o banqueiro viu pela janela que os patinhos tinham saido dos ovos e a pata teria que levá-los pra água. Ele então foi pra calçada aparar os miúdos, já que eles poderiam se machucar caindo na calçada dura. Como havia uma parada na região, ele escoltou a pata e os patinhos até a segurança do rio.

  5. Que coisa lindaaaaaa!
    Será que aconteceria no Brasil? No Rio?
    Ou o homem teria vergonha de ajudar, de ser carinhoso e afetivo com os bichinhos, enquanto as pessoas em torno gritariam “pula!pula!”, como fizeram com o último infeliz que ameaçou saltar de um prédio, na Av.Rio Branco?
    Com a palavra, os homens, frequentadores deste Blog.

    • Não, não aconteceria no Brasil, porque um banqueiro numa calçada sem um buraco ou vendedor de trecos, numa calçada sem sujeira na sarjeta, um banqueiro em mangas de camisa sozinho, sozinho gente, sem guarda costas e lados e frente, sem carro blindado, sozinho numa calçada? É conto de fadas, calçadas assim e poder andar à toa existem por aqui?
      Afora isso, sim, aconteceria e deve acontecer por aí, sem registro, pessoas se comovem e são comoventes por vezes, assim como são más por vezes, independe de lugar, só de chance, o ‘quer pular pula, desgraçado’, o ‘tadinho dos patinhos’ está por aí, o bem ou o mal, não como entidade que incorpora, mas como conceito, habita o pensamento do inconsciente coletivo, do ser humano, ou não?
      humano, não somos piores nem melhores, muito menos diferentes, o ‘bulingui’

      • “humano, não somos piores nem melhores, muito menos diferentes, o ‘bulingui’”

        oxi, que raio é isso? devo estar caducando, relevem…

        • é mesmo? pois eu revenndo o filme, agora pela manhã, acho que a cena- rara até lá, já que foi parar na TV, e não apenas pelos patos- muito se deveu ao fato do rapaz ser um ótimo “apanhador” seja de beisebol, seja de futebol americano e estar dentro do seu papel masculino por excelência.

          • talvez, aqui, os patinhos tivessem sorte, se um bom goleiro presenciasse aa cena e agarrasse todos os penalti-patos 🙂 enfim…

          • ou um pedreiro tijolando, ou uma das minhas saudáveis vizinhas aparando o que pedem aos gritos no play para a mãe jogar pela janela (nunca erram a pegada), ou, ou, enfim, tanta gente…

  6. Comovente! Muitas pessoas lutam para não serem sensíveis pois, para elas, ser sensível é sinônimo de fraqueza. Então, que viva a “fraqueza”!

    (Isso me faz lembrar que, quando morava em outro ap., pela varanda entrava todas as noites uma lagartixa [a mesma] que me fazia companhia, mas ela ficava apenas no teto da cozinha. Ela ficou ficou enquanto quis. Nunca mexi com ela até que, um dia, sumiu misteriosamente – não sei a razão. Mas senti falta da bichinha)

    • Como meus familiares me conhecem muito bem no trato aos animais, passei pra minha irmã o atalho do gatinho que não quer molhar as patinhas. Ela logo respondeu: “Se o gatinho fosse seu, com certeza ele já estaria com galochas…” Fazer o quê, não é mesmo?

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