Vejam o que eu achei…

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49 respostas em “Vejam o que eu achei…

  1. Hummm, dá água na boca! He he he!

    Essa figura me fez lembrar do livro O mundo Acabou (que eu tenho e adoro), do jornalista Alberto Villas. Espero que continue nas livrarias.

    Vejam o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=G586lx4zTUc

    Para quem quiser saber mais sobre o autor, vá neste vídeo. http://www.youtube.com/watch?v=i7_pasp95ME

    Hoje ele está trabalhando no SBT. Soube através do Facebook dele: http://facebook.com/alberto.villas

  2. Agora me lembrei das latas…E como o assunto passou para os picolés, lembrei tb de quando (há séculos) a Kibon lançou os picolés de quindim (isso msm) e manjar de côco c ameixas. Claro q o gosto não se parec
    ia com nenhum dos 2 doces, mas eu ainda era garota e como adoro quindim, comprava sempre. Mas pelo jeito só eu comprei, pois rapidinho os tais picolés saíram de circulação e não deixaram saudades em ninguém, visto q aqui msm esses sabores nem foram comentados…

    • Deixou saudades sim e além destes dois tinha um de doce de leite que foi o meu favorito, era diferente do de hoje porque tinha o formato do chica bom e se não me engano também teve um de rum, mas não me recordo direito. Teve também um que tinha uma bolinha no fundo não me lembro se era chiclete. Enfim, muitos outros sabores do passado, o de lata de morango também era muito bom. Muitas saudades.

  3. Curiosidades

    Da Wikipedia – Kibon:
    Tudo começou em Xangai, a Hazelwood Ice Cream Company era uma indústria de sorvetes, chocolates e outros doces, que em 1938, foi atingida pela guerra entre China e Japão. Seu proprietário, o americano Ulysses Severin Harkson, incumbiu o gerente comercial, John Kent Lutey, de procurar um outro país para implantar a empresa. Ele comprou uma pequena fábrica falida de sorvetes no Brasil, que se chamava Gato Preto no Rio de Janeiro. No dia 24 de julho de 1941, após um certo periodo de reformas, foi fundada, então, a primeira indústria brasileira de sorvetes. No começo, foi difícil, já que ocorria a Segunda Guerra Mundial, que obrigava o país a racionar açúcar e leite, além de impossibilitar melhores recursos, como a importação de máquinas adequadas para a produção de sorvete. Mas mesmo assim, a produção continuou. O primeiro sorvete a ser lançado pela Kibon, foi o Eskibon, seguido pelo Chicabon.

    A Kibon foi pioneira no Brasil na fabricação de sorvetes, e desde sua fundação é líder no mercado brasileiro de sorvetes.

    Esta informação encontrei em outra página:
    E o nome Kibon foi criado pelo Orígines Lessa que nessa época trabalhava como redator da McCann Erickson, agência de propaganda que acabava de ser lançada no Brasil para atender a conta da Coca Cola, Esso e GM.

      • Oi Patricia: quando vc se registra no WordPress, Twitter, ou Facebook, para aqui postar os comentários, vc pode configurar seu avatar num destes três serviços, ficando devidamente identificada
        😉

  4. Como passei toda minha infância e adolescência no Sul (PR, RS, SC), lá não tinha Sorvete Kibon 😦

    era uma das delícias nas férias no Rio (onde moravam avôs, tios e primos)

    🙂

      • Como se pode depreender do verbete, devidamente linkado no meu comentário acima (‘Curiosidades’), desde 1997 a Kibon foi comprada pela Unilever.

        Assim, ‘Kibon’ tornou-se a marca local da subsidiária Heart Brand; esta sim que muda sua marca local de país para país, conforme listado no verbete

    • Prezado Tom,
      nao sei onde onde vc vinha no RS, mas na minha mais remota lembrança,
      carrocinhas da KIbon, amarelas com guarda sol amarelo e branco, circulavam em minha cidade já em 1962 oferecendo Chica e EskiBon. E não era em Porto Alegre.

      • oi Celso,
        Bagé, Curitiba e Blumenau

        Lembro-me até hoje da minha antecipação qdo finalmente chegou em Curitiba; eu estudava no Colégio Estadual do Paraná e fui comprá-lo numa carrocinha no Passeio Público, que ficava ao lado; mas não consigo precisar o ano (pré-70), talvez 1966…

  5. Cora, falando em saudade…. quando é que a Laura vai fazer um repeteco daquela programação de música lá no Midrash? Muito bom mesmo.

  6. Ludmila, eu me lembro da carrocinha e do gosto do Susticau ( acho que escrevi com l). Maravilhoso, principalmente, quando papai comprava em dia de parada de 7 de setembro- não sei o porquê de fazer tanto calor, hoje está diferente- que ele cismava em nos levar. Afinal, morávamos na capital, e ele “curtia” aquilo. Normalmente era geladíssimo. Bons tempos, né mesmo?

  7. Agora, só falta você achar o Sustical que era vendido nas carrocinhas. Tudo bem, que nada era politicamente correto, como hoje, em que tudo tem que ser light, diet, blá- blá, com baixo teor disto ou daquilo.
    O importante é que tudo era delicioso, saboroso, com gosto de infância e adolescência.

  8. Todos me fazem voltar à infância…
    Há uns 2 ou 3 anos, minha sobrinha me ofereceu um sorvete da Kibon, do qual eu nunca tinha ouvido falar. Achei estranha a embalagem, porém muito bonita. Experimentei e adorei! Parecia o manjar dos deuses (como dizem). Ela me deu alguns, os quais levei pra casa e coloquei no freezer. “Economizei” muito desse sorvete, do qual não me lembro o nome, por obra da providência divina. Parecia mousse de chocolate com alguma coisa que não sei dizer o que era. Mas nunca havia experimentado coisa melhor… Quis saber a razão dessa dádiva e soube: a cunhada dela trabalhava na Kibon. Estavam tentando lançar um novo sorvete com tudo novo: sabor, embalagem e aparência. Aí veio o “drama”: essas unidades foram distribuídas internamente, pois houve alguma encrenca com a dita embalagem. A tal maravilha não podia ser fabricada. Minha frustração foi imensa, pois sou apaixonada por chocolate e o sabor desse era único pra mim. Fazer o quê? Apenas lastimar o fato.
    Falando em sorvete, agora vou jantar e, pra variar, tomar um sorvete de chocolate. Por engano, comprei uma embalagem grande da… Nestlé.

      • Oi, Tom,

        Como sou muito “chocolateira”, para não dizer chocólatra, meu sorvete deve terminar hoje, domingo. Sem falta, irei providenciar a compra de sua sugestão, segunda-feira.
        Se não encontrar esses dos quais você falou, vou comprar um Häagen-Dazs – que aqui, em Sampa – é caro pra caramba. Tom, me diga uma coisa: o sabor do Häagen-Dazs daqui é o mesmo daquele da terra do Obama? Já comprei, mas não achei tão bom. Não sei que é porque fiquei doente bem nesse dia… O de lá é excelente, não acha?
        Realmente, Tom, o da Nestlé me decepcionou muito.
        Segunda-feira direi se minha compra foi boa.
        Não sei se ocorre aí, no Rio, mas aqui, em Sampa, os produtos Nestlé tiveram um aumento considerável. Era apaixonada pelo Alpino, mas está mais caro que outros. Agora, compro o Hershey´s, em tablete, que tem 41% de cacau. O ideal seria 60%.
        O ideal seria não comer chocolate, mas, resistir, quem há de?…
        Abraços.

        • oi Lilly,
          Depois nos conte o q achou do Magnum Brownie…

          Quanto ao H-D, sei que estou na contra-mão de muitas opiniões, mas não acho essas coisas; nem o de cá, nem o de lá. Ele está [para mim] na mesma categoria do suíço Mövenpick, ambos com mais prestígio que verdadeiro sabor (lembrando que meu comentário apenas se aplica a sorvetes de chocolate, meu sabor exclusivo)

          Na terra do Obama, meu preferido é o Ben & Jerry’s. O grande problema da marca é sua estratégia de dar nomes novos aos sabores a cada temporada; então temos que descobrir sob qual nome esconde-se nosso sabor preferido agora (o meu era o ‘New York Fudge’, mas acho que agora seria o ‘Chocolate Fudge Brownie’)

          • Tom, conheci o Ben&Jerry quando ele começou, uma pequenina marca local em Vermont, numa temporada de ski em Stowe. Também é dos meus favoritos, só que eu gosto mesmo é de butter pecan 😉

          • oi Marise: vc conheceu Ben Cohen & Jerry Greenfield pessoalmente? a dupla é gente-fina da melhor qualidade:

            Ben & Jerry – To Those Who Occupy: We Stand With You

            Apesar de tb terem sido comprados pela Unilever em 2000!
            From Huff Post:
            In 2000, Ben and Jerry’s was acquired by the consumer goods conglomerate Unilever. It is now a subsidiary of Unilever, which trades on the NYSE under the ticker symbol UN.

            In November 2010, the New York Times quoted the original founders who were no longer in charge and disheartened by the corporate takeover. Founder Ben Cohen was quoted as saying in a BBC 4 radio interview, “What we are learning is, if you are owned by a corporate that, despite whatever words they might say, does not share those values, it’s incredibly difficult to maintain those values.”

            Nevertheless, the company has continued to carry take social stands such as this one in support of the Occupy Wall Street protesters.

          • Tom,

            Hoje, fui rapidamente ao supermercado do shopping, mas não houve tempo de comprar ou procurar o sorvete. Comprei apenas o necessário por causa da pressa. Agora, acho que vou demorar uns dias para sair, pois tenho trabalho acumulado. Cheguei agora pouco em casa, e eis que recebo um email que contém vários “reclames” antigos. Por coincidência, há um dos anos 50, da Kibon, ano no qual a maioria dos frequentadores daqui não havia nascido.
            Quando você clica, aparecerá a página como não encontrada, ou coisa que o valha. Basta esperar um instantinho, que o “reclame” aparece.
            Acesse:

            Kibon me leva pra casa – anos 50

  9. Galera, hoje passei na padaria famosa (Superpão) da minha cidade (Nova Friburgo) e de repente me deparei com “AS LINDAS LATAS” da Kibon sedo oferecidas numa daquelas promoções, onde você compra alguns produtos da Kibon e leva a lata de brinde!!! Que coincidência hein!? Aí meu marido falou: “olha, foi o que a Cora acabou de comentar em seu blog!!!”
    Bora matar a saudade? Cora, quer que te mande uma?
    Abração,

  10. Hmmmmmmmmmmm… que lembranças boas! Adorava todos eles…
    Cora, como é bom recordar estas coisas boas! Obrigada pelas boas recordações… faz um bem!!!

    • O Sustincau (que nome horrível!) era da Geneal, a gente tomava quando pedia cachorro-quente ou aquele sanduíche natural de presunto que era uma delícia.

  11. Nossa, que maravilha, acho que tomei o chicabom e o eskibom da caixinha amarela, mas foi há tanto tempo… muito lindos os sabores da infância :))
    beijo, vera

  12. Eu tive o privilégio de trabalhar na Kibon, em Mkgt, com Deborah Wright, ainda qdo moravo no Brasil. Aprendi muito com ela, além de ser uma pessoa extraordinária, era uma profissional excepcional, alias toda a equipe da Kibon, de todas as áreas, naquela época eram excelentes. Entrei na Kibon ainda qdo Mkgt era na fábrica. O ar era “delicioso”. Vcs não podem imaginar o que é tomar sorvete que foi acabado de ser preparado! Empresa exemplar, uma das “filhas” da Kraft Suchard. Bons e saborosos tempos aqueles! (Alguns anos depois, a Kibon foi vendida para a Unilever). Abraços a todos…

  13. Aiiiiiiiiiii!! Dá uma saudade… Se teve uma companhia organizada, esta foi a Kibon.
    Produtos de primeira, sabor único em cada um deles, embalagens maravilhosas!!
    (isso num Brasil, que nem ” Controle de Qualidade” havia).
    Eu era feliz e SABIA!!!! Bjs Cora!!!

  14. Já-Já era de côco, Ka-Lú acho que era de abacaxi, Chica-bon era de chocolate. Eski-bon chocolate e baunilha por dentro. Alguns ainda existem até hoje com novas embelagens.
    Bateu saudades !!! ABS

  15. Delícia proustiana… olhar para esta imagem me fez voltar à infância! Comi todos esses sorvetes. Meu picolé predileto era o Ton-bon de limão. Adorei seu artigo e, agora, essa ilustração que é a própria “cereja em cima do bolo”, como dizem os americanos! Obrigada pela “viagem”, Cora!

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